Illuminação
O sr. Colheu Paes quiz providenciar mas, a sua boa fé foi illudida. Nós dissemos que só cortando as torcidas podiam os bicos da illuminação, que são n.º 14, dar tão pequena luz; os empregados negaram e o sr. Paes acreditou-os. Ficaram as cousas como estavam e nós tidos por mentirosos. Succede durante a ausência do sr. Paes, o digno fiscal e nosso amigo o sr. Fernando Cesar Penedo, ficar encarregado do pelouro. Porque o publico se queixava e sua s.ª tinha como nós, como todos, vontade de decifrar o enigma, examinou os candieiros e conheceu que não andavamos muito longe da marosca. A torcida não era cortada em toda a largura, como dissemos, mas aparavam-na de modo que n’um bico n.º 14 a palma de luz era inferior á que sahe de um bico n.º 6. Immediatamente providenciou ordenando que terminasse um tal abuso e, activo e incansavel sempre, tem fiscalisado a illuminação e corrigido as faltas. Faz o que deve. As ordens depois de dadas fazem cumprir-se; a não ser assim então não se dão. Louvamos pois sua s.ª por attender aos queixumes públicos.