Aljustrel
Aljustrel, 28 de maio de 1877. Sr. redactor. — Dou-me os parabéns por ter fallado do sr. Rasquinho. A correspondencia desta villa inserta no ultimo n.º do Bejense que v. tão dignamente redige, periodico que tem sido um strenuo defensor deste districto, uma guarida onde os opprimidos, como nós, podem julgar-se seguros, foi-me muito agradavel. Sei que o homem se fez da côr do seu casaco predilecto — amarello — e isto só por chamarem por elle. Que fará... Ora as correspondencias de Aljustrel parecem, denunciam até, estar subordinadas a um plano, e de certo não irei desconcertal-o. O sr. ** diz que o Rasquinho não está esquecido, esperarei que elle entre em scena e prometto, se preciso fôr, completar o papel. Lá de Cardotte é que eu não faço. Entrarei na questão, mas repito, se preciso fôr. Mais tarde, ou mais cedo, sr. redactor, havia de succeder o que está succedendo. A medida estava rasa, havia de transbordar. Vous chardiez! Dansez maintenant. Assim o quizeram, assim o tenham. Avante, nobres escriptores. Avante. * *