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Correspondência

Em resposta á declaração que o sr. João Antonio Sirventa, publicou no Jornal do povo, n.º 122, só lhe temos a dizer como socio, que s. s.ª não só não tem responsabilidade alguma dos actos praticados pela sociedade a que pertencia, como tambem não é considerado como socio, desde o dia em que a sociedade, andando de maneira, que os homens de bem repelliam. E s. s.ª entra no numero d’esses homens de bem, não é verdade?!... O sr. Sirventa, sempre tem cousas?!... Não foi s. s.ª que eu despediu, teve ainda mais algumas honras... foi... expulso da sociedade, por todos os seus consocios, e não sabe porquê? Porque... ora adeus o sr. sabe o porquê? Ahi vae um exemplo: Um jardineiro, adora as suas flores, e quando qualquer insecto vae pousar sobre as florinhas, queridas d’aquelle que as alimentou e tractou com tanto desvelo e carinho e quer roubal-lhe a vida, o seu guarda procura todos os subterfugios para que o insecto se aparte. Logo um amigo, quando vê outro subjugado a um capricho, que pode mais tarde ser fatal, deve dissuadil-o e fazer-lhe ver os perigos que o rodeiam; e se o não faz, não cumpre o seu dever nem é amigo verdadeiro. A meio pano, B.