Deu a Phylarmonica bejense quarta feira, uma reunião extraordinaria. Foi noite de festa, e que deixou aos socios as melhores impressões. O sr. Loseli, mestre da sociedade, parece-nos que abre uma nova era nos fastos da philharmonica, abre de certo porque aos seus bons desejos allia-se a vontade da direcção presidida pelo nosso amigo o sr. Mendonça — direcção que comprehende a sua missão. O programma do concerto, foi o seguinte: 1.ª parte — 1.º Symphonia Apollo. 2.º Introducção e n.º 1 do Stabat Mater de Rossini. 3.º Oh Salutaris, para tenor e basso, com acompanhamento de flauta e pianno. 4.º Libera me, para tenor, basso, coros e orchestra. 2.ª parte — 1.º Symphonia Joanna de Arco. 2.º O n.º 2 do Stabat, aria de tenor. 3.º Ave Maria de Gounod, aria de tenor. 4.º O n.º 3 do Stabat, duo de tenor e basso. 5.º O n.º 8 do Stabat, gran concertante, tiple, coros e orchestra. 3.ª parte — 1.º Symphonia Fausta. 2.º O n.º 4 do Stabat, aria de basso. 3.º Aria religiosa de Strodella, para tenor. 4.º Romanza sem palavras — de Mendilson — pianno. 5.º O n.º 9, a vozes só — final do Stabat. Acompanhado a piano pelo sr. Luseli, o sr. Theotonio, de Serpa, tocou no violino um poutpourri das Vesperas, que lhe valeu uma triplice salva de palmas.
Artigo
Cultura e espectáculoEconomia e comércioReligiãoConcertosCulto e cerimóniasFeirasFestas religiosas