Segundo a lista das gratificações publicadas no Diario, pelo ministério da guerra gastavam-se illegalmente 34:599$800 reis sendo: a um correio 292$000, a um aspirante empregado na administração militar 360$000 rs.; a um alferes encarregado do material de guerra na Figueira 300$000 rs., a tres capitães da guarda municipal 1:260$000 rs., a nove alferes empregados na administração militar 3:240$000 rs., a um paizano servente do tribunal militar 182$500 rs., a 17 serventes do ministério da guerra 1:314$000 rs., a dois empregados da pagadoria 365$000 rs., a um cabo reformado 109$500 rs., a seis sargentos reformados 657$000 rs., aos romeiros do escaler da torre do Oitão 438$000 rs., a um cabo caserneiro do Castello de S. Jorge 36$500 rs., a um segundo sargento do caçadores n.º 5, servindo do continuo no quartel general 51$100 rs., a dois paizanos caserneiros da Torre de S. Julião e de Belem 146$000 rs., aos encarregados dos transportes 219$000 rs., a um sargento de infanteria 15$600 rs. diarios, a um paizano 500 rs., a outro 365$000 rs., e para o patrão do escaler de S. Lourenço, para o cantoneiro do Bussaco, quarteleiro de Abrantes, soldado encarregado da limpeza da casa da guarda principal de Lisboa e guarda do palacio da justiça, reis 335$800.
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