Artigo
Erratas
Na correspondencia do “Vigilante assíduo” publicada no n.º passado onde se lê Phnilessios deve ler-se Phintes; onde se lê provar leia-se prova; onde se lê lançar-lhe, leia-se honrar-lhes; depois de “com uma fome que os levaria a comer o forasteiro pelas pernas”, leia-se “sahiram do capitolio e vieram etc.”; onde se lê adle, leia-se aos ossos; onde se lê defylo, ha-se defyto; depois de “ninguem”, leia-se “impunemente”; onde se lê quero, deve ler-se “queremos”.