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Certo homem teve de se homisiar por causa de delicto que commettera e pelo que tinha de ser preso. Passados dias, tanto para tranquillisar a mulher, como para saber o que na sua ausencia tivesse occorrido, escreveu-lhe o seguinte bilhete: «Minha querida Maria, não te aflijas a meu respeito, porquanto estou a porto de seguro. Manda-me dizer se o official de diligencias ahi foi e me encontrou em casa. Teu marido—E. ...»