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Beja · Porto · Portugal

A da receita e despesa da recita que a sociedade dos curiosos deu no dia 4 de março, no theatrinho do sr. Sousa Porto, a favor do novo theatro é a seguinte: Donativos 101$180. Despeza: Unguento (Doc. n.º 1,2,3,4,5,6) 21$200; Gratificação á sr.ª D. Isabel (Doc. n.º 7) 18$000; a José Maria da Silva e Almeida, por tirar os papeis do drama (Doc. n.º 8) 1$500; » carpinteiro e obras do theatro (Doc. n.º 9) 7$50; 2 tamborins e objectos de caracterisação (Doc. n.º 10) 3$500; A’ typographia, por 200 bilhetes (Doc. n.º 11) 600; Madeira (Doc. n.º 12) 3$650; Illuminação do theatro, fretes etc. etc. (Doc. n.º 13) 5$243. 56$115. Saldo a favor do novo theatro 45$065. 101$180. Beja 26 de março de 1867. O presidente J. Tello. O thesoureiro J. G. Palma. O secretario J. Adriano. O producto liquido na importancia de reis 45$065 acha-se já na thesouraria da associação constructora do novo theatro d’esta cidade como se vê do seguinte documento: A’ vista desta ordem, o thesoureiro da commissão dramatica, o Ill.mo sr. José Candido Palma, entregará ao thesoureiro da associação constructora do novo theatro, o Ill.mo sr. Manoel Eleuterio de Castro Ribeiro, a quantia de quarenta e cinco mil e sessenta e cinco reis producto, livre de despeza da recita do dia 2 de março ultimo a beneficio do referido theatro, cobrando recibo. Beja 3 d’abril de 1867. O presidente da commissão dramatica, Joaquim José Pereira Tello. Recebi a quantia de que trata esta ordem.— Beja 4 de abril de 1867. Pelo thesoureiro Manoel Gerardo de Castro Ribeiro.