Arquivo
O BEJENSE
Jornal de Utilidade e Recreio - Versão Digital
Edição n.º 1048
28 notícias

Beja 28 de Janeiro

Arqueologia e patrimónioEconomia e comércioExércitoMeteorologia e fenómenos naturaisMunicípio e administracção localPolítica e administracção do EstadoReligiãoSaúde e higiene públicaSociedade e vida quotidianaAbastecimento de águaConflitos locaisDebates políticosDecretos e portariasFalecimentosFeirasFestas religiosasFontes e chafarizesGranizoImpostos comerciaisImpostos e finançasMercados e feirasMovimentos de tropasNomeaçõesNomeações eclesiásticasPobres e esmolasReformasRestauro e conservacçãoSecasSessões da câmara
Beja · Lisboa · África · Portugal Correspondência · Exterior / internacional · Interpretacção incerta

Continuando sexta feira a discussão sobre o projecto da resposta ao discurso da corôa, fallou o sr. Lopo Vaz que formulou differentes perguntas: 1.ª se o sr. ministro da guerra considerava legaes ou illegaes os decretos da melhoria de reforma dos coronéis; 2.ª quem expusera mais francamente os motivos da resolução do governo; quem dissera que fosse mandado ouvir o procurador da corôa sobre a legalidade dos decretos, ou quem affirmasse que o que determinou a suspensão fôra a questão da despeza; 3.ª se os considerava legaes, como os suspendera, e se os considerava illegaes, como os mandára revigorar. O sr. ministro da guerra disse que a saida do sr. João Chrysostomo do ministério estava longe de ter o motivo que os seus antagonistas lhe attribuiam; lamentou que se pretendesse estabelecer a scisão entre as differentes armas do exercito, e observou que a suspensão dos decretos não era uma novidade, porque muitos decretos haviam sido em outro tempo mandados suspender, taes como o decreto da reforma da engenharia, e o decreto sobre promoções. O sr. Heintze Ribeiro estranhou que o sr. ministro da guerra não tivesse respondido ás perguntas do sr. Lopo Vaz, e que o governo não dissesse a sua opinião sobre a legalidade ou illegalidade dos decretos relativos á reforma dos coronéis; tanto mais que, julgando-os illegaes, corria-lhe o dever de pedir ás côrtes bill de indemnidade, desde que os fizera revigorar. O sr. ministro do reino, narrando novamente os acontecimentos, disse que era sua opinião particular que os decretos, em face da letra das leis, eram illegaes, mas em face do direito consuetudinario eram legaes. Segunda feira fallou o sr. Dias Ferreira. Como os nossos leitores estarão lembrados o ministro da guerra accusára o sr. Dias Ferreira de ser um decreto seu, publicado pela occasião da dictadura, que causára o estado anormal com que são promovidos os officiaes do nosso exercito; pois o sr. Dias Ferreira demonstrou hoje nada mais, nada menos, que o ministério que se seguiu á dictadura e a quem coube legalisar as medidas promulgadas por aquelle governo, escolheu este decreto, despresando outros, para o pôr em vigor e que d’esse ministério fazia parte o sr. Saraiva de Carvalho. Depois o sr. Dias Ferreira fez novas considerações em que demonstrou a inconstitucionalidade da ultima fornada e, referindo-se ás banalidades do sr. José Luciano que o censurára a elle, que apenas tinha estado tres mezes no poder, por não ter feito reformas políticas, estranhou que o actual ministro do reino estivesse havia dezoito mezes no governo, sem que essas reformas sequer tenham sido annunciadas. Fallou em seguida o sr. Alves da Fonseca que apenas teve uma declaração importante que convem não deixar passar despercebida. Referindo-se ao discurso do sr. Antonio Cândido disse que o sr. Antonio Cândido podia ter as idéas que a sua phantasia lhe suggerisse sem que por isso o partido progressista tomasse a responsabilidade d’ellas. Estava o sr. Alves da Fonseca auctorisado a fazer tal declaração? Parece que sim, pois que o sr. Antonio Cândido, que o ouvia, se conservou callado. Mas então em que situação fica o sr. Antonio Cândido? A que partido pertence? Discursaram tambem os srs. Pinheiro Chagas e Navarro. Tinha este deputado uma difficil tarefa a desempenhar: tinha de attenuar o effeito que as berradices d’Alves tinham produzido e, confessemol-o, ao sr. Navarro não faltaram sophismas habeis para o conseguir. Fez quanto pôde e o conseguiu. Respondendo aos oradores da opposição o sr. Navarro evitou-lhes cuidadosamente os argumentos e na questão da fornada ameaçou a camara alta com guerra de extermínio e, referindo-se ao que o sr. Lopo Vaz dissera — que o partido regenerador não ambicionava o poder — deu-lhe uma errada interpretação, d’onde tirou consequências que muito lisonjearam o seu partido mas que muito nos feriram. Comtudo diremos que o discurso do sr. Navarro foi o unico habil que n’este debate tem sido feito em defeza do governo. Terça feira não se chegou a entrar na ordem do dia, graças ao sr. Arrobas que houve por bem interrogar o sr. ministro da fazenda, que observou que só lhe faziam perguntas quando elle não estava presente. O sr. Pinheiro Chagas, para lhe fazer a vontade, fez-lhe perguntas relativas a trocas entre empregados da alfandega e á estada em Lisboa de empregados das outras alfandegas do reino. Ao mesmo tempo o sr. Heintze Ribeiro interrogava-o tambem ácerca da nomeação illegal de um escrivão de fazenda, e na resposta ás perguntas de um e outro deputado embrulhou-se por tal fórma o nobre ministro, que o sr. Heintze Ribeiro nem lhe poude fazer uma interrupção, porque o proprio sr. ministro o não deixou, e o sr. Pinheiro Chagas, que tinha a palavra, vio com grande surpreza o sr. presidente, apenas o sr. Barros Gomes pronunciou a penultima syllaba do seu discurso, tocar a campainha e annunciar de corrida que a ordem do dia para quarta feira era. Tambem o sr. Evaristo Brandão e o sr. Pinheiro Chagas pediram explicações ao sr. ministro da marinha ácerca do contracto da navegação para a Africa, que está para ser assignado em condições um pouco anormaes; as respostas do sr. visconde de S. Januario foram completamente evasivas. Hontem não houve sessão e antes de hontem, como o sr. Julio de Vilhena declarasse que não fallaria sem estar presente o sr. ministro da guerra, deram a palavra ao sr. Cândido de Moraes, que para encher tempo houve por bem lembrar uns discursos velhos para provar que regeneradores e constituintes nem sempre estiveram de accordo, e que até já se combateram asperamente. Mas o sr. Cândido de Moraes tinha de encher tempo, e o que havia elle fazer se não isto? Palrou, massou, e eram quasi horas de se encerrar a sessão quando teve a palavra o sr. Julio de Vilhena. Mostrou o sr. Julio á camara como eram illegaes os decretos da reforma dos coronéis, levantou os commentarios que os progressistas tinham feito a algumas das suas phrases, e terminou mandando para a mesa uma moção da ordem, em que a camara exige do governo que apresente um bill de indemnidade para ser relevado da responsabilidade em que incorreu promulgando illegalmente os decretos de que se trata. Respondeu o sr. ministro da guerra. O sr. Vilhena quizera defender a legalidade do decreto de 18 de julho de 1866, referendado pelo sr. Fontes e relativo ao general Damasio. O sr. Castro para confundir o illustre deputado deu o seguinte trecho da consulta da maioria da procuradoria da corôa, assignada pelo sr. Vilhena: «Apreciando a legalidade do decreto de 18 de julho de 1866 em virtude dos termos expressos da portaria a que respondo, e salvo toda a consideração devida a um acto official da responsabilidade do governo, devo francamente declarar a Vossa Magestade que o considero illegal, porque foi dado como existente um facto que não tivera logar, o da preterição na antiguidade de tenente, o que obrigava a uma justa indemnização.» «Concluindo é meu parecer: 1.º que foi illegal o decreto de 18 de julho de 1866, publicado na ordem do exercito n.º 27 do mesmo anno; mas no estado actual da legislação estão garantidas as patentes de coronel e general de brigada, ao official Francisco Damasio Roussado Gorjão.» Depois o ministro mostrou como são contradictorias as opiniões dos jurisconsultos ácerca das faculdades do governo em materia de promoções, de modo que não é facil dizer o que seja illegal. E, por consequencia, disse que o governo poderia acceitar o bill, se a sabedoria da camara assim o entendesse, mas com condição de ser extensivo a todos os actos do sr. Fontes, muito mais irregulares que os decretos dos coronéis. Hoje continua a discussão. Na camara dos pares foram approvadas as cartas de lei que nomearam pares os srs. drs. Secca e Magalhães Aguiar. Apresentaram-se os pareceres relativos aos srs. Ferreira Lapa e Mendes Pinheiro, e encerrou-se a sessão dando-se para ordem do dia de hoje a resposta ao discurso da corôa, caso os ministros possam assistir á discussão. O Primeiro de Janeiro diz: «O partido regenerador, que ainda ha poucos dias soltou pregão de guerra santa, guerra sem treguas, guerra implacavel e de exterminio, foi humildemente solicitar a um adversario, embora hoje seu auxiliar de campanha, o sr. Dias Ferreira, que se dignasse empunhar o bastão de commando e guial-o ao combate. Pois que! Não tem o partido regenerador na camara electiva um parlamentar com capacidade para o dirigir? Tão pobre está de homens, que precisa de ir buscar commandantes a arraiaes estranhos? Não está lá o sr. Thomaz Ribeiro, ministro de estado honorario, e por tanto, além dos seus altos dotes parlamentares, com a graduação necessaria para dirigir e encaminhar a hoste regeneradora? Ahi está esse arrogante partido, que ainda ha dois annos sahiu do poder por lhe ser absolutamente impossivel conservar-se n’elle, e que ora se entrega ao commando de general estrangeiro, por não ter por si forças para bem realisar a investida!» A cousa parece ser como se afigura ao nosso illustrado collega portuense, dizem porém os que bebem do tino que não é assim. Pois será. Em todo o caso nós pedimos que: «Vejam os sabios na escriptura / Que segredos são estes da natura.» Mas, serio, serio, estaremos nós servindo de degrau aos regeneradores como servimos aos da Granja? Foi pouco interessante sexta feira a sessão da camara dos pares. O sr. Sequeira Pinto declarou que por incommodo de saude não póde continuar a fazer parte das commissões para que fôra nomeado. O sr. Sampaio mandou para a mesa o projecto de resposta ao discurso da corôa, o qual entrará em discussão, disse o sr. presidente, logo que ali possam comparecer os srs. ministros. Na ordem do dia foi eleito o sr. Reis e Vasconcellos para a commissão administrativa e approvado o projecto prorogando por mais cinco annos o praso estabelecido no artigo 2.º da lei de 12 de abril de 1875, e foi enviado para a mesa o requerimento do sr. Francisco Machado, pedindo para tomar assento na camara, como successor de seu fallecido pae, o visconde de Benagazil. Sexta feira teve segunda leitura, na casa electiva, o projecto do sr. Rodrigues de Freitas, sujeitando ao imposto de rendimento a lista civil. O sr. Emygdio Navarro disse que por accordo geral se tem entendido sempre que a lista civil não póde ser alterada senão no principio de cada reinado, porque alteral-a seria collocar o chefe do estado na dependencia dos partidos politicos. Não se podia portanto admittir á discussão o projecto por isso que admittil-o seria offender este principio de direito constitucional. E o projecto não foi admittido á discussão! E eis aqui está como isto caminha: «Não valia a pena, por vida minha, / Não, não valia a pena, não, / Mudar de governo a nação.» Mas o que hade ser, se isto é tudo uma historia! Os regeneradores querem carta e rainha, os progressistas rainha e carta... Bem haja o sr. Fialho Machado. Este é que corta direito.

Acontecimentos na Europa

Economia e comércioExércitoJustiça e ordem públicaPolítica e administracção do EstadoComércio localDebates políticosIndústriaMovimentos de tropasNomeaçõesVandalismo
Londres · Madrid · Paris · Espanha · Europa · França · Índia · Reino Unido Exterior / internacional · Interpretacção incerta

As noticias de Madrid continuam a ser deploraveis. A restauração monarchica, preparada pelos conservadores, tem arrastado a infeliz nação ao ultimo ponto de degradação. Em todas as provincias ainda mesmo as mais importantes pelo seu commercio e industria, é espantosa a miseria em consequencia da paralisação dos trabalhos. Dezenas de fabricas teem fechado as suas portas e milhares de operarios luctam com o horroroso castigo da desgraça e da fome. Sobre a imprensa continua a pezar o mais atroz despotismo que unicamente agrada a Cánovas del Castillo e aos affonsinos de pur sang que hoje colligados aos jesuitas e aos reaccionarios de todas as matizes pensam unicamente em affrontar a liberdade e portanto em destruir todas as conquistas da gloriosa revolução de 1868. Numerosas greves teem tido logar, consequencia logica do actual estado de cousas. Nas provincias vascongadas observa-se grande agitação nos espiritos, o que tem obrigado o governo a reforçar as guarnições das praças. O jesuitismo, auxiliado pelo apoio que encontra no governo, continua a estabelecer collegios de educação nos quaes bestialisam o povo, ensinando-se-lhe doutrinas falsas e absurdas. Pode-se dizer que a Hespanha está expiando o seu crime em não ter sabido defender a liberdade quando os generaes traidores á republica a atraiçoaram em Sagunto. As folhas de Paris occupam-se agora muito ácerca da questão do Tunis que veio dar um bom contingente á politica europea, e, ao que parece, Tunis, caso a diplomacia não possa desvanecer as impressões e regularisar os assumptos importantes, será para a Europa uma questão não menos importante que a do Oriente. As folhas de Londres tractam da questão do Transwal com a maior seriedade, prova cabal da importancia da revolução. Em Londres aguardam-se noticias ainda mais graves, pois sabe-se que a revolução augmenta espantosamente. Parte da imprensa que mais se tem occupado da questão do Oriente falla agora e com muito interesse da posição cada vez mais vantajosa que o exercito russo vae adquirindo na Asia central, pela sua constancia, pela sua disciplina e pela sua força numerica, incommodando muito a Inglaterra, porque vê compromettida a politica geral do imperio anglo-indio. Assim a imprensa procura desfigurar os factos aos olhos dos inglezes, já muito preoccupados com os successos da India, como claramente o mostram as discussões ácerca do abandono de Candahar, espalhando noticias desfavoraveis aos russos. Os ultimos jornaes inglezes affirmam que os russos foram derrotados pelos tekkes em recentes combates. Esta noticia não sabemos até que ponto seja exacta; duvidamos d’ella pelas razões que deixamos expendidas, porque a vemos negada em um despacho de S. Petersburgo, datado de 12, que diz assim: «Contra as asserções dos periodicos inglezes, o encarniçado combate, dado ultimamente contra os tekkes, o general Skobeleff é senhor de todas as obras avançadas do inimigo.» Esta questão é demasiada monta conhecida e por este facto nos abstemos d’outras informações. Fóra d’estes assumptos a imprensa trata da questão hellenica cada vez mais complicada, e bem assim d’outros factos, posto que de importancia secundaria, mas nos quaes as attenções se fixam attentamente. Consubstanciaremos todas as noticias e fallaremos opportunamente com mais vagar.

Política e administracção do EstadoDecretos e portarias

Portaria dissolvendo a commissão nomeada para apreciar o valor das peças representadas em D. Maria de 1879 a 1880.

Decreto que auctorisa a approvação do ante

Política e administracção do EstadoTransportes e comunicaçõesDecretos e portariasEstradasObras de infraestruturaPontes

projecto, do lanço da estrada real n.º 6 e o de S. Martinho á Marinha Grande, comprehendido entre Famalicão e a Ponte das Barcas.

Município e administracção localObras municipais
Câmara Municipal

A commissão districtal deu a sua approvação ao contracto celebrado entre a camara d’este concelho e Domingos Antonio da Silva Meira, para a obra de pintura e estuque do pavimento terreo dos paços do concelho.

Economia e comércio

A carne de porco, no mercado de domingo, regulou de 2:600 a 2:700 rs. cada 15 kilogrammas.

Município e administracção local

Reassumiu a presidencia da camara o sr. José Francisco da Silva.

Pomarão · Portugal Geral

O Gomes I, não poude em consequencia da torrente do Guadiana, passar do Pomarão. Ahi largou os passageiros.

Município e administracção localarrematações
Câmara Municipal

Está assente o primeiro lanço da escada principal do novo edificio dos paços do concelho.

Economia e comércioMunicípio e administracção localImpostos e finanças
Câmara Municipal

O sr. ministro da fazenda offereceu á camara municipal desta cidade um exemplar do orçamento geral do estado para o anno de 1881-1882, e outro dos documentos e propostas de lei por sua ex.ª apresentados á camara dos deputados.

Geral

Publicou o fasciculo 24 da obra do Stanley Atravez do Continente negro.

ExércitoJustiça e ordem públicaPrisões
Beja · Portugal

Domingo, uma escolta de infantaria n.º 17, acompanhou para o Limoeiro differentes presos da cadeia de Beja condemnados a degredo.

ExércitoNomeações

Foi promovido a capitão e collocado no 12 de infantaria, o tenente do 17 da mesma arma, o sr. Francisco Antonio Baptista.

ExércitoNomeações

Foi promovido para o 17 de infantaria o sr. tenente Macedo e Brito.

Veadas Novas

Geral · Interpretacção incerta

Continua em Veadas Novas a força do 17 que hade fazer as honras a el-rei na sua passagem para Villa Viçosa. Mas quando passa o homem? Quando apparece a magestade?

O caso das botas de cortiça repete

Geral

se. Olá!...

Meteorologia e fenómenos naturaisCheias

A ribeira de Cardeira leva grande cheia.

Município e administracção localTransportes e comunicaçõesEstradasEstradas e calçadasObras de infraestruturaObras municipais

Ha grandes estragos nas estradas municipaes causados pela invernia.

Odemira

Transportes e comunicaçõesCorreioTelégrafo
Odemira · Portugal Telégrafo

Em Odemira foi muito festejada a junção do correio e do telegrapho.

Economia e comércioExércitoJustiça e ordem públicaFeirasPrisões

Acompanhados por uma força de caçadores n.º 4 chegaram, quarta feira, a esta cidade, alguns presos.

Justiça e ordem públicaMunicípio e administracção localPrisões
Câmara Municipal

A guarda da cadeia civil occupa já no novo edificio dos paços do concelho uma parte das casas que lhe foram destinadas para alojamento.

Geral

O Guadiana não dá passagem.

Baleizão

Economia e comércioMunicípio e administracção localFeirasMercados e feirasPecuária
Baleizão · Portugal

O mormo continua a grassar com intensidade na freguezia de Baleizão. As auctoridades tomam as providencias que o caso requer. Quarta feira o sr. administrador do concelho partio, acompanhado do sr. intendente de pecuaria, para Baleizão.

Aljustrel

Aljustrel · Portugal Geral

Houve, ao que corre, tumultos em Aljustrel por os trabalhadores das minas de S. João e Algares receberem apenas 30 jornaes, devendo-lhes de 60 a companhia.

Cultura e espectáculoJustiça e ordem públicaMeteorologia e fenómenos naturaisCrimesLivros e publicações
Correspondência

O sr. dr. Boavida chamou á policia correccional o sr. Ayres de Vasconcellos que em tempo publicou no Jornal do Povo uma correspondencia em que o digno prelado se diz offendído como homem publico e parlamentar.

Cultura e espectáculo
Porto · Portugal

Recebemos e agradecemos a Revista da Noite, folha redigida pelo sr. Silva Pinto, e que se publica no Porto. Tenha o novo collega longa e prospera vida.

Publicou

Geral

se o fasciculo 119 e 120 do Diccionario Universal de Geographia.

Beringel · Portugal Geral

Foi fazer serviço em Ferreira o tabellião de Beringel, o sr. João Ramos Nogueira.