Houve fogo de vistas, sabbado á noute, na explanada da egreja de Nossa Senhora das Neves e domingo solemne festividade á mesma Senhora, por musica vocal e instrumental, sermão pelo rvd. Vasconcellos e procissão. Tocou a banda do 17 de infanteria.
[Serpa] Tem licença os srs.: Julio Pereira Vieira, escrivão de fazenda de Serpa, 30 dias; André Severianno Roman Navarro, aspirante de 2.ª classe da repartição de fazenda deste districto, 40 dias; Joaquim Thomaz Bramão, major do 17 de infanteria, 30 dias.
Teve exercicio, terça e sexta feira, o regimento 17 de infanteria.
Publicou
se o fasciculo n.º 68 do Diccionario popular de geographia. No artigo Beja lê-se: «Segundo os archeologos mais fidedignos Beja foi a antiga Pax Julia em commemoração das pazes que Julio Cesar ahi celebrou com os lusitanos. Badajoz disputa-lhe, talvez infundadamente, a honra d’aquella denominação.» O auctor do artigo podia deixar de dizer talvez porque ha um documento que prova ser Beja e não Badajoz a Pax Julia dos romanos. Esse documento é uma lapide encontrada proximo da cidade e que resa assim: L. AELIO. AVRELIO. COMODO. IMP. CAES. T. AELI. ADRIANI. ANTONINI. AVG. PH. P. P. FILIO. COLONIA. PAX. IVLIA. D O. Q. PETRONIO. MATERNO. C. IVLIO. IVLANO. II. VIR. A lapide esteve, até ha pouco, nos paços do concelho donde foi retirada, por se demolirem, para reconstrucção, os mesmos paços. Foi porem guardada e é de crer que retome o seu logar ou outro mais honroso, no novo palacio da cidade. Sobre o assumpto, querendo, póde o auctor do artigo consultar a Noticia das Antiguidades da cidade de Beja por I. S. Silva. Edição de 1745, as Dissertações de Xavier de Alcáçova e Annunciação e Rezende Antiguidades Lusitanas.
[Beringel] Na tarde de sabbado houve tourada em Beringel. A diversão correu sem accidente desagradavel.
O sr. David Corazzi editou a poesia A Fome no Ceará, de que é auctor o sr. Guerra Junqueiro. O livrinho está luxuosamente impresso. Agradecemos o exemplar que nos mandaram.
[Mértola] Foi approvada a caução de 2:900$000 réis prestada pelo sr. recebedor de Mértola, á fazenda publica.
Tem 30 dias de licença o conservador privativo d’esta comarca, o sr. dr. José Virgolino Carneiro.
Corre, não sabemos se com veracidade ou não, que uma pobre lavadeira conhecida por Catalanha, e que ha tempos se ausentara d’esta cidade, apparecera em um ribeiro ao de cima de agua, estando o cadaver já em estado de decomposição.
As fortes ventanias dos dias tempestuosos da passada semana, deitaram abaixo algum arvoredo. No campo de Oliva, prostrou dois lindos eucaliptus.
[Mértola / Moura] Tem licença por 60 dias o sr. dr. José Vicente Boavida, recebedor da comarca de Mértola e por 30 o recebedor de Moura, o sr. Francisco Anastacio Polido.
[Cuba] Foram julgados quites para com a fazenda publica os srs.: Raphael Baptista Sobrinho, recebedor da comarca de Cuba, pela sua gerencia no anno economico de 1875-1876; Boaventura da Piedade Figueira, director do correio de Cuba, idem.
Recebemos e agradecemos O Rebate, folha que começou a publicar-se em Lisboa. E’ semanal O Rebate. Ao novo collega longa e prospera vida é o que desejamos.
Começaram as vindimas e espera
se uma producção regular.
Foi preso pelo official de diligencias d’este juizo José Narciso das Neves, um hespanhol por nome Antonio Garcia Moron, e conhecido pelo Panrogui, por se achar pronunciado em Alosno, reino de Hespanha, pelo crime de homicidio, praticado, em abril do anno passado, na pessoa de sua mulher.
Sahio o primeiro numero da Revista de Leiria e é folha litteraria e noticiosa. Desejamos longa vida ao collega.
Diz o Diario Illustrado que corre ir commandar caçadores n.º 5 o coronel comandante do 17 de infanteria, o sr. Araujo Pessoa.
Disparou
se quarta feira, na padaria da rua da Cadeia Velha, uma arma de fogo. Felizmente não occasionou desgraças, mas produzio estragos. Nas vidraças da loja, poucos vidros ficaram inteiros.
Quarta feira teve revista, em ordem de marcha, o regimento 17 de infanteria.
A impetuosa corrente das chuvas da semana passada, arrastou quasi todos os meloaes que estavam á beira dos barrancos que conduzem á ribeira de Cardeira, e tambem damnificou muito as estradas, muros, etc. etc.
Publicou
se o 12.ª caderneta dos Lobos de Pariz, edição da empreza Seroes Romanticos. E visto fallarmos d’esta empreza diremos que o imperador do Brazil acceitou a offerta que os srs. Belem e comp.ª lhe fizeram, das obras publicadas pela sua bibliotheca, e dignou-se acceitar o titulo de protector da mesma bibliotheca. Tambem a empreza dos Seroes Romanticos vae crear uma outra bibliotheca que inaugurará com o romance de Julio Lermina, 100 mil francos de recompensa.
[Mértola / Castro Verde / Moura] Durante o mez findo foram registadas neste districto as seguintes minas: em Mértola 11 de manganez e 1 de chumbo; em Castro Verde 1 de cobre e outros metaes; em Moura 1 de cobre, ferro e manganez.
[Cuba] Foi exonerado pelo pedir, o sr. director do correio de Cuba.
Foi encarregado do serviço medico na 5.ª secção da linha ferrea do sueste, (Beja a Cazevel) o sr. dr. Francisco Xavier de Menezes.
Publicou
se o fasciculo n.º 69.º do Diccionario popular.
Os guardas da fiscalisação apprehenderam no Guadiana vinte e tantos kilogrammas de tabaco hespanhol.
[Cuba] Está a concurso o logar de director do correio de Cuba. Percentagem annual 156$500 réis. Caução em dinheiro 300$000 réis.
Dissemos, quando nos foi enviado o prospecto do periodico Os dois mundos, que a publicação seria excellente e demos como garantia da nossa palavra o haver-se encarregado da gerencia do periodico em Portugal, o sr. David Corazzi, director das Horas romanticas. Hontem recebemos o primeiro n.º do Os dois mundos e confessamos que nos surprehendeu. Que primor! Nunca em Portugal se fez uma publicação d’esta ordem. Esplendidas gravuras e artigos interessantissimos de Anthero do Quental, Manoel Roussado, etc. etc. No nosso escriptorio está, para quem quizer examinar, o numero a que nos referimos. Saudamos o novo collega e desejamos-lhe prosperidades.
[Cuba] Pedio a sua exoneração de conductor da freguezia de S. Vicente de Cuba, o pregador régio honorario, o sr. padre João José Basilio.
Está distribuido o 36.º numero do Universo illustrado. Traz duas bellas gravuras A Mesquita de Mahmondich, no Cairo e a Ponte do Rimac, em Lima. Agradecemos os exemplares que nos enviaram.
É melhor a luz dos candieiros da illuminação publica e o numero de lampeões foi augmentado. Ainda antes de hontem se collocou o ultimo. Foi na travessa do Cepo. Na verdade o nosso amigo o sr. Zorro gere como convem ao interesse publico, o pelouro da illuminação.
Lê
se no Echo do Povo: «Na segunda feira proxima passada tivemos occasião de visitar um distincto artista, filho desta cidade, e que ahi vive esquecido de todos, e que poucos ligam apreço, porque, infelizmente, a arte não é brazão nobiliario para uma grande parte da plebe engravatada, nem a mão calejada pelo trabalho digna de ser apertada por muitos nobres que compraram a nobreza a preço de dinheiro! Referimo-nos ao sr. Antonio Joaquim Alves, empregado no lyceu d’esta cidade, que ha 3 annos soffre de uma arterite no joelho esquerdo, impossibilitando-lhe o movimento sem o auxilio de muletas. Por esta occasião tivemos a satisfação de ver um quadro, desenho original d’aquelle prestimoso artista, que nos orgulhou. E’ que filhos tambem de Vianna folgamos de ver que a arte tem aqui distinctos cultores, como é o sr. Alves. O quadro, em uma especie de circulo de relogio, compendia n’um pequeno espaço a historia dos nossos reis, desde o começo da monarchia até á epocha actual. Sob o fac simile de cada um dos monarchas feito pelo sr. Alves, que é leigo aos mais rudimentares principios de desenho, vê-se a epocha do nascimento, tempo do reinado, idade que viveram, data do fallecimento, com quem casaram, onde jazem sepultados, e o cognome que a historia lhes deu. E’ um trabalho engenhoso e de merito, digno de ver-se e mostrar-se lá fóra em qualquer exposição. Afóra este, que é bastante para fazer a reputação de um artista, vimos mais quatro, miscellaneas, revelando todos o genio que presidiu á sua concepção. Desnecessario é dizer-se que o sr. Alves se deu a estes trabalhos que a doença o impossibilitou de entregar-se a outros, e que a perfeição que se nota nos seus desenhos espanta desde que se vê o estado em que está e o constrangimento com que dá os precisos traços. E ahi está esquecido um artista tendo por companhia constante a pobreza, e por testemunhas do seu talento as pobres quatro paredes do seu quarto, tão humilde, como velho.»
[Vidigueira / Serpa / Alvito] No dia 10 de outubro hão-de arrematar-se perante o sr. governador civil deste districto differentes bens nacionaes nos concelhos de Vidigueira, Serpa e Alvito.
Foi definitivamente collocado no quadro dos empregados da administração do correio de Beja, o sr. Antonio César Mascarenhas.
[Vidigueira] O sr. dr. Antonio Joel Batalha de Campos, foi nomeado administrador do concelho de Vidigueira.
[Serpa] Foi nomeado recebedor da comarca de Serpa, o sr. Antonio de Mello Beryner.
[Moura / Vidigueira] No dia 12 de outubro hão de ir á praça differentes bens nacionaes, situados nos concelhos de Moura e Vidigueira.
[Serpa] Pela alfandega de Serpa, no mez de setembro de 1876, importaram-se mercadorias no valor de réis 51:176$560 que pagaram de direitos 1:210$300 e exportaram-se mercadorias no valor de 146:362$990 réis, que pagaram de direitos réis 2:465$748.
Recolheu na quarta feira ao seu quartel, uma diligencia do regimento 17 de infanteria, sob o commando de um subalterno.
Domingo, no theatro provisorio ha recita pela Sociedade artistica bejense. Eis a ordem do espectáculo: 1.º As pragas do capitão, comedia em 1 acto; 2.º Verduras da mucidade, comedia em 1 acto; 3.º Deus os fez, Deus os juntou, comedia em 1 acto; 4.º Um olho, scena comica.
Recebemos e agradecemos os n.ºs 5 e 6 do Recreio Infantil. Com este n.º offereceu-nos a empreza um livrinho, A princeza encantada, primorosamente impresso a cores.
Está concluido mais um lanço da estrada real de Beja a Alcácer, comprehendido entre esta povoação e o Torrão.
O caminho de ferro do sueste rendeu na semana finda em 15 de julho 7:039$695, menos 576$465 réis do que em egual periodo do anno antecedente.
Questão do Oriente
Está-se ferindo uma grande batalha na Bulgaria. O objectivo é ainda mais uma vez Plewna. Lowatz, que é considerada a chave de Plewna, cahio em poder dos russos por imprevidencia de Osman-pachá. Deixou-a guarnecida apenas com oito batalhões e os russos sabendo isto atacaram-na com 40:000 homens! Ainda assim aquelle punhado de soldados disputou-lhe a victoria durante um dia, mas afinal teve de ceder.
Questão do Oriente
PARIS, 12.—Hoje pela manhã os russos repelliram uma grande sortida dos turcos de Plewna, os quaes procuravam cortar as communicações; porem os turcos manteem-no ainda nas suas posições principaes.
Questão do Oriente
LONDRES, 13.—Segundo um despacho de Bucharest, os russos teriam occupado hontem as alturas de Grivitz o que lhes abre o caminho de Plewna.
Questão do Oriente
Da Asia e de Sipka nada do novo.
Sr. redactor
Quizera eu que v. no supplemento, desse a legislação que citou nas notas ás posturas porque deste modo a obra ficava completa e o serviço que v. fez de pôr-nos ao facto da legislação concelhia duplicava de valor. Por exemplo v. cita, extractando os artigos do codigo sobre pesos e medidas, artigos de um regulamento de março de 1869 e eu desejaria sabel-os porque vi a policia multar pessoas que tinham aferido os pesos e medidas em maio, e possuíam o competente bilhete, mas que não tinha a data legal, diziam elles, e foram encoimadas! Confesso que não entendo. Pois os pesos estão aferidos e multa-se por isso o seu possuidor? Tambem sobre edificações tenho minhas duvidas. Diz-se que o proprietario é obrigado a pedir á camara o alinhamento e cota de nivel. Mas isto não é sómente em terras onde haja commissões de melhoramentos? Parece-me que v. sr. redactor se enganou e se não se enganou peço explicações. É negocio serio; são 20 a 200 mil rs. de multa. A publicação das posturas vae creando no publico certo interesse e uns pedem explicações, outros indicam pontos deficientes e pedem a reforma do codigo. Ora eu fiz perguntas e agora indicarei: Póde consentir-se que o carvão continue a vender-se a olho. Póde admittir-se que o mesmo succeda com a agua? Deve consentir-se que a limpeza dos telhados seja feita como até aqui? Desculpe sr. redactor tomar-lhe tempo e espaço, mas estas questões interessam á localidade. S. C. 12 de setembro de 1877. L. V. Na carta que ahi fica dirige-se, o que a firma, á redacção do Bejense e á camara municipal: á camara indicam-se alguns pontos das posturas que precisam reformados, a nós pedem-se explicações. Vâmos dal-as. Admira-se o auctor da carta de que a policia civil multasse alguns individuos que tinham, em maio, mandado aferir os pesos e medidas que usam em seus estabelecimentos. Se a policia multou, multou bem. Porque um individuo aferiu, supponhamos em junho, na epoca legal, em julho, tem de submetter os mesmos pesos á verificação. E isto o que manda a lei. Muitos não verificaram, foram multados. Que ha a estranhar? Agora as edificações. Diz o decreto de 31 de dezembro: Titulo III. «Art. 54.º—Nas demais cidades, villas e povoações ficam desde já obrigados os proprietarios que pretenderem edificar, a pedir na respectiva camara municipal o alinhamento e cota do nivel. Secção 3.ª. Art. 57.º—Os proprietarios que deixarem de cumprir algumas das obrigações designadas neste titulo incorrerão na multa de 20$000 a 200$000 réis imposta no juizo correccional.» Nada mais temos a dizer e agradecemos ter-se tocado neste ponto porque, como o correspondente, ha muitos outros que só julgam obrigatorio o determinado no art. 54.º mas depois de observado o disposto nos artigos 52.º e seus §§ do decreto de 31 de dezembro de 1864.
[Torrão] Torrão 12 de setembro de 1877. Sr. redactor
No Diario popular n.º 3845 de 9 do corrente diz-se estar concluido o lanço de estrada n.º 73 de Beja a Alcácer. Para rectificação d’esta noticia vou informar a v. e o publico. O lanço concluido é d’esta povoação a Alcácer. Ficando ainda por concluir o lanço d’esta povoação a Odivellas, cerca de 18 a 20 kilometros, unico que resta por concluir da estrada real de Beja a Alcácer. Os caminhos que de esta povoação a Odivellas, offerecem graves precipicios na estação invernosa, porque ha a atravessar um ribeiro e uma ribeira, qual d’elles mais caudaloso. No sitio denominado Fontainhas, proximo a esta povoação, na estação invernosa e com risco de vida, podem os transeuntes e vehiculos transitarem por este sitio.—Sitio este que é dos mais transitaveis. Os povos d’esta povoação teem requerido nos poderes publicos, fazendo ver os immensos prejuizos e estragos com a falta da conclusão do dito lanço. Baldados esforços, os quaes, teem sido desprezados até hoje. D’esta povoação só se teem lembrado para levar o povo arrebanhado á urna! Um dia tambem elle comprehenderá os seus direitos de cidadão livre e independente. Sou de v. etc.
[Aljustrel] Aljustrel 8 de setembro de 1877. Sr. redactor
Vendo, quanto o seu muito acreditado jornal se interessa pelo augmento e prosperidade desta desgraçada villa, apresso-me a communicar-lhe alguns factos que aqui se passam. Aqui não ha consciencia, nem moral, nem prosperidade, pois lhe vou narrar o que aqui vae. Hoje e já mais vezes vi, mas hoje melhor informado soube ser ali o lugar aonde está destinado ou elle magarefe o fez por não ter outro, querem saber que é? Triste cousa mas emfim lá vae: aqui o matadouro desta villa é em cima d’uma estrumeira, junto a uma alverca aonde toda a qualidade de immundicia vae ali parar; o pano ou rodilha a que se limpa a faca é o proprio estrume; o sangue e os excrementos das rezes fazem ali um pegamaço que decerto é ali mais um foco de infecção muito prejudicial á saude do que um lugar destinado para tal fim e para isto ninguem olha, não sei se é culpa da ex.ma camara, ou se é do ill.mo sr. administrador do concelho, ou do ill.mo sr. sub-delegado de saude, enfim sr. redactor, seja lá quem fôr o culpado, o caso é que precisamos da alta voz do seu illustre jornal, a ver se lhes chega aos ouvidos visto que os olhos não vêem.
Occorrencias policiaes
Dia 8, 9, 10 e 11 nada.
Occorrencias policiaes
Dia 12—Estiveram detidos na esquadra 4 individuos; e foi encontrado pela uma hora e um quarto da madrugada, a divagar pelas ruas da cidade, sem conductor um macho albardado com uns alforges tendo dentro 3 sacos e um outro alforge, uma corda de linho e uma sobrecarga; todos estes objectos vieram para o commissariado e o macho foi depositado na estalagem de Jacintho Vacca, até que apparecesse seu dono.
Occorrencias policiaes
Dia 13—Apresentou-se no commissariado Joaquim Florido, correio de Mertola o qual vinha incumbido por Manoel Guerreiro, residente em Mertola, de reclamar um macho que perdeu no dia 12; depois de se apurar a verdade, pelos signaes dados pelo referido Joaquim Florido, foi entregue o macho com todos os objectos acima mencionados.
Occorrencias policiaes
Dias 13 e 14 nada.
Tribunal de policia correccional
Audiência de 16 de agosto.—Presidencia do ex.mo juiz de direito: Accusação—Ministerio publico; Escrivão—Fonseca; Réo—Antonio Faramseno; accusado de furto de cobertores na feira. Condemnado a 15 dias de prisão.
Tribunal de policia correccional
Audiência de 16 de agosto.—Escrivão—Fonseca; Defensor—Esteves; Réo—Nuno José, sapateiro. Accusado de offensas corporaes em um guarda de policia. Condemnado em 3 dias de prisão remiveis e custas.
Tribunal de policia correccional
Audiência de 27.—Accusação—Ministerio publico; Réo—Francisco Jacques; Escrivão—Fonseca; Defensor—Farcello; accusado de offensas verbaes a policia civil, condemnado a 3 dias de prisão e custas.
Tribunal de policia correccional
Audiência de 27.—Réo—José Henrique; Escrivão—Cardoso; Defensor—o procurador Esteves; accusado de ferimentos em Florencio José, condemnado a 10 dias de prisão e custas.