Expediente
Recebemos uma correspondência da Vidigueira em resposta á defeza do sr. Administrador que não publicamos n’este numero por falta de espaço. No n.º seguinte publicaremos as correspondências de Tavira, Faro, Evora etc.
Recebemos uma correspondência da Vidigueira em resposta á defeza do sr. Administrador que não publicamos n’este numero por falta de espaço. No n.º seguinte publicaremos as correspondências de Tavira, Faro, Evora etc.
A mobilia para este quartel acha-se embarcada n’um hiate para o porto de Rei. Cremos que não tem sahido por causa do tempo. Depois de mobilado o quartel é que deve vir um corpo, que se torna d’absoluta necessidade; porque os destacamentos que estão aqui, principalmente o de infanteria, não podem com o serviço pesadíssimo que estão desempenhando. Os soldados andam sempre na estrada em diligencias, de maneira que não ha calçado que lh’o chegue.
A chuva continuada por tanto tempo tem causado grandes prejuizos nas searas, que estão afogadas em herva, sem que seja possível mondal-as. Se o tempo não muda receia-se muito pela colheita. A interrupção dos trabalhos agrícolas tem produzido a miséria na classe pobre, que se vê obrigada a mendigar.
Foi ferido com um tiro um feitor do sr. Marianno de Sousa junto á sua quinta de Santa Clara do Louredo. O tiro fracturou-lhe um braço. Suspeita-se do auctor do crime, e fazem-se indagações a este respeito.
O n.º antecedente d’este jornal foi enviado para o correio no dia 23, mas consta-nos que por engano na expedição não foi logo para o seu destino.
Recebemos e agradecemos a troca dos jornaes La Vérité Industrielle, que se publica em Lisboa, e Revista de Braga, que se publica em Braga.
Por falta de transportes não recebemos de Lisboa papel para o jornal, e por isso sae impresso uma grande parte dos numeros em duas meias folhas.