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O BEJENSE
Jornal de Utilidade e Recreio - Versão Digital
Edição n.º 362
24 notícias

Chegada

Município e administracção localSaúde e higiene públicaChegadasMédicos e cirurgiões
Coimbra · Portugal

Na sabbado chegou a esta cidade o nosso honrado, intelligente e bom amigo o sr. José Maria Ganso d’Almeida. Tinha s. s.ª ido, como noticiamos, para Coimbra, afim de doutorar-se em medicina; infelizmente porém o seu melindroso estado de saude não lhe permittio continuar a frequentar o 6.º anno e por conselho dos facultativos teve de retirar-se para esta cidade. A estima em que o sr. Ganso é tido pela faculdade de medicina, diz o Conimbricense faz com que por ella seja deveras sentida a sua ausencia.

Citação

Município e administracção localAbastecimento de água
Almodôvar · Portugal Câmara Municipal

Vimos escripto que acaba de ser citada a camara municipal de Almodovar na pessoa do presidente a requerimento do sr. Lino Cordes daquella villa, pedindo a demolição, ou responsabilidade de damnos, n’um poço aberto pela municipalidade daquella villa á 18 annos, nas margens d’aquella ribeira, cujo local é atravessado por terras do dito sr. Cordes. O poço é indispensavel áquelles povos, no verão, por ser um bom nascente d’agua potavel. Já temos um pleito de igual natureza e perdemol-o por d’ixar passar 10 annos, sem litigal-o, entre presentes e habilitadores e a mesma camara, com diz a lei. Até á semana.

Noticias de mertola

Meteorologia e fenómenos naturaisSociedade e vida quotidianaBeneficênciaCasamentos
Beja · Cambas · Mértola · Portugal Correspondência

Em data de 26 diz-nos o nosso correspondente: Chuva—Tem chovido abundantemente e por isso mitigará um pouco a má sote dos que vivem do trabalho. As obras publicas acodem a uns, e os agricultores a outros—Tudo a providencia soccorre. Casamento—Acaba de celebrar vinculo matrimonial o sr. José Pedro da Lança Caixeiro, d’esta villa, com a ex.ma sr.ª D. Amelia Augusta do Carmo Coelho, filha do sr. Manoel Coelho Palma de Sant’Anna de Cambas—felicitamos os illustres recem casados, a quem desejamos abundantes dias de ventura. Ainda os ha—Apresentou se n’esta villa uma mulher de Beja, dizendo ter sonhado com o ‘inheiro no piso intermural do castello de Mertola; e pedindo licença á autoridade administrativa, para explorar aquella mina, foi-lhe concedida. A descobridora meteu trabalhos por alguns dias, mas qual historia—achou terra e pedras, como se acha em todo o solo que pisamos. Os operarios porém ainda acharam... cobre nas algibei[ilegível]

Mais noticias de mertola

Economia e comércioJustiça e ordem públicaFeirasFurtos e roubosJulgamentos
Mértola · Portugal Correspondência · Interpretacção incerta

Na mesma data nosso correspondente diz-nos o que se segue. Roubo—Na noute de quarta para quinta feira furtaram a um individuo desta villa, proximamente a 50:000 rs. A quantia furtada estava em um armazem dentro de uma caixa de madeira contendo mais 1:800 reis, uns papeis, uma charuteira e outras cousas, de insignificante valor. Consta que o roubado no dia anterior sahira do seu armazem, fechara mal a porta e que alguem talvez observando isso e sabedor dos canquibios que o seu cofre particular encerrava esperasse a façanha. Alguem presentio os heroes, que alta noute penetraram no armazem, acenderam phosphoros, abriram ou arrancaram a fechadura da mesma caixa, tiraram para fóra os 1:800 reis em prata, charuteira, papeis, etc. puseram estes dentro de um meio alqueire, mas carregaram com a predita caixa e com a quantia que acima dissemos, que era toda em libras e meias libras. Ainda se não descobriram os agentes da empreza, nem será facil descobrirem-se, visto que as indagações para esse conhecimento só partem do individuo a quem fizeram o furto. Ás autoridades, julgamos nós, nem ao menos particularmente terão conhecimento do facto.

Bruchas

Economia e comércioJustiça e ordem públicaSaúde e higiene públicaSociedade e vida quotidianaAgriculturaBeneficênciaMédicos e cirurgiõesPobres e esmolasPrisõesVandalismo

Um facto chistoso, mas muito pouco estranhavel entre a gente do campo, se deu ha poucos dias. Receio relatal-o porque trata de... bruchas; pejo-me mencional-o porque mais digno é das trevas do que da luz da publicidade. Uma mãe lendo a seu filhinho de 2 para 3 annos, havia muito enfermo, resistindo o mal que o accommettia a todas as medicações caseiras e não caseiras, aborrecida de tanto procurar encontrar a cura de tão impertinente mal, triste e condoida por ver o fructo do seu ventre como em estado de rachitismo (encaniçado no dizer d’ella) procurou, creio, um homem d’esses que tem o espirito de um magico (que ba tontos!) Este declarou, acto continuo, que a criança estava sendo vicinada pelas... bruchas (Jasus, credo!) Applicou em seguida o methodo da destruição das amaldiçoadas bruxas que torciam e retorciam o corpo do pobre innocente. Consiste este n’um peditório de porta em porta; se algum ou alguma deixasse de favorecer, esse ou essa era a... discipula do... Effectivamente aquelles crentes mais do que uns martyrs executaram a prescripção do applicante e creio que obtiveram muitas esmolas, mas não sei se tambem alcançaram o fim que especialmente levavam em mira. O que é facto e nós presenciamos é que o obolo com que muitos concorreram foi entregue aos presos da cadeia.

Portimão

Cultura e espectáculoEconomia e comércioEducacção e instruçãoEstatísticasJustiça e ordem públicaPreçosReligiãoSociedade e vida quotidianaTransportes e comunicaçõesBeneficênciaConcertosCorreioDenúncias e queixasEstradasFestas religiosasImpostos comerciaisJulgamentosNavegacçãoObras de infraestruturaObras religiosasPecuáriaPobres e esmolasPreços e mercadosProfessores
Alentejo · Algarve · Lagos · Portimão · Porto · Europa · Portugal Correspondência · Exterior / internacional

Em data de 14 do corrente diz-nos o nosso correspondente. A rico não devas, e a pobre não promettas. É bem certo este adagio ou rifão, que já na nossa puerilidade ouviamos repetir á nossa santa avosinha. A rico não devemos felizmente, nem tão pouco a pobres promettemos, mas como as declarações por nos feitas uma vez levam sempre o cunho da verdade, vamos pol-as em pratica se o digno redactor do Bejense nos acolher tão benignamente, como ate aqui. Queremos, sr. redactor com a sua devida venia dizer alguma cousa do incremento das obras do nosso caes e porto, que não é tão insignificante, como alguem julga, e que serve só para exportar figo, amendoa, alfarroba, cortiça etc. etc. etc. É um dos melhores de toda a costa do Algarve, e alem de ter sido honrado por monarchas estrangeiros, como o rei de Fez Mulei Xeque que entrou e desembarcou n’este porto em 1609, já se acha cantado em verso pelo tão insigne como mimoso porta João de Deus, que ha tempos se tem dignado viverem nosco, no que temos muito prazer, porque é um signal de que a nossa villa e porto agrada aos poetas. Até aqui escreviamos mais aflitos, porem agora que vemo-nos entrar no nosso assumpto um verdadeiro filho de Minerva, um legitimo filho de Apollo e finalmente um poeta, mas um poeta original pela naturalidade com que escreve, pela vmdancia dos conceitos, pela sublimidade das imagens, e traços expressivos, que apresenta nos desenhos do seu sentir e pensar, vacila-nos a nossa penna, e esquecem-nos os termos para em humilde e rasteira prosa cumprirmos a nossa declaração. La foi outra pitadita de latim, e supra qualquer falla motivada pela nossa pequenez intellectual e boa vontade. Bem sabem os leitores que não podemos competir com um individuo, que habita o Parnasso na companhia d’Apollo e das musas. A variedade tambem deleita em certos casos, e muito embora eu tal effeito não produza, com tudo dou de baumento o que tenho, e tanto que vou principiar. Ha já não sei que annos, que se começou a obra do caes, onde se tem enterrado um bom numero de contos de reis e está quasi que fica em principio. Lá nos assomou á idea outra pitadita do retrogado latin na opinião dos sabiositos feitos á pressa, que só para elles é bonito o saber paroler qualquer chôse. Esses litteratos de pé fresco, que dizem mal de tudo e por tudo, e que dizem até mal da sua lingua, recommendando-a mais, que os pedintes a sua propria capa, dão-lhe o valor, esquecidos de que dão em si mesmos, revelando assim a sua ignorancia. Ha 3 lustros que começamos a admirar as bellezas dessa lingua, que mesmo depois de morta foi reputada pelas nações da Europa a lingua da religião, e das sciencias, e como lhe temos ainda muita amizade, de vez em quando os nossos escriptos denunciam a nossa tendencia como acontecia ao nosso professor que foi frade, e que lamentava e bom lamentar a extincção das ordens monasticas, que se acham actualmente todas encerradas no ministerio de obras publicas. Essas ordens fradescas, com diversos titulos, como Crusios, Bernardos, Carmelitas, Antoninos, Franciscanos etc. etc. mudaram apenas de nome. Acham-se hoje sujeitas a uma só cabeça, o ministerio d’obras publicas, e são florestaes, canalizadoras, monumentarias, geodesicas, hydraulicas, correios (principaes morgados do Alemtejo) agricolas, vinicolas, pecuarias et tuti quanti, com mais ou menos garantias. As ordens nobres e ricas d’outrora são representadas na actualidade pelo conselho d’obras publicas, onde por summo capitsa se veem os trabalhos já feitos, e onde com um compasso se modifica um traçado para a estrada passar pela porta do influente politico. Os Bernardos são os directores, e pessoal technico, que tiveram uma reverendissima Chrisostomisna reforma, em quanto que outros como escrivães pagadores, amanuenses, e mesmo conductores, trabalham a bom trabalhar, e recebem um ordenado mesquinho. Os Franciscanos e Antoninos, que á custa de pequenas esmolas viviam vida regalada, ou por outra, vida de mangãos, passaram para apontadores. Recebem pouco é verdade, porém sendo por todo o paiz ás duzias, como acontece aqui para vigiarem á 4 e operarios que trabalham na obra do caes, e a estrada de Lagos, não teem rasão de queixa. Ha dias com certeza vimos uns poucos d’elles no caes: eram tantos como os operarios que trabalhavam ali debaixo da direcção dos nossos amigos dr. Menezes, e Valladas digno chefe d’obras hydraulicas, que são neste porto e caes outra especie de morgados para aquelles senhores. Esta obra póde-se chamar alem d’um morgado pertence aquelles dignos engenheiros, uma mina, mas uma mina cuja exploração está em começo. Não andam para ahi 4 homens a bolir no lôdo, e 2 rapazes da parte terraplanada a deitar areia preta e branca! Á vista pois do pequeno numero de trabalhadores empregados nesta obra, e no numeroso pessoal para os dirigir, temos ches até ao dia de juizo. sicut erat in principio, e não podemos deixar de taxar justas as queixas da despeza, que quasi infructiferamente se está fazendo. A receita é boa e o resultado não se ve. Os navios estrangeiros que entraram no mez passado foram 43, e nacionaes 15. O valor da exportação subiu a cento e sessenta e tantos contos e daqui sahre uma grande verba que bem aplicada devia apresentar outros resultados, porem infelizmente tudo caminha assim e até sem sabermos as quantas andamos, nem em que contas estamos. Aproveite pois quem poder, que eu por hoje já mando descer o pano e tocar a musica até o 2.º acto.

Mina

Município e administracção localPolítica e administracção do EstadoDecretos e portarias
Mértola · Portugal

Por decreto de 21 deste mez foi declarada descobridor legal de uma mina de manganez, situada no serro das Cannas Frouxas, herdade da Balança, freguezia de Alcaria Ruiva, concelho de Mertola, n’este districto, o sr. Affonso Gomes.

Tribunal de contas

Justiça e ordem públicaJulgamentos
Cuba · Portugal

Por accordam deste tribunal foi julgado quite para com a fazenda publica, pela sua gerencia desde 1 de julho de 1864 até 9 de junho de 1866, o sr. Rafael Baptista Sobrinho, recebedor da comarca de Cuba, n’este districto.

Theatro

Cultura e espectáculoReligiãoBailesFestas religiosasTeatro
Porto · Portugal

No domingo tivemos recita, pela companhia Vergara, no theatrinho do sr. Sousa Porto. O bailado a zarzuela agradou muito e o seu desempenho foi bom. O drama bem posto em scena: soffrive os adereços e excellentes os factos. Desempenho regular. Concorrencia extraordinaria na platea e galeria. Hontem houve recita outra vez continuando os actores a agradar e domingo tenciona a companhia dar o seguinte: Castello de Santo Alberto, drama em 5 actos do sr. Merenegues—baile a Madrillena—e a força fóra.

Ia da Cuba do sexo feminino da villa da Cuba

Educacção e instruçãoEstatísticasEscolasProfessores
Cuba · Portugal

No anno de 1866 a 1867 o movimento da escola foi o seguinte: Numero total das alumnas que frequentaram o anno 82; Existiam no 1.º d’outubro 56; Entraram de novo até ao fim de agosto de 1867 26; Riscadas por ausentes 7; Despedidas por outras causas 9; Total das sahidas 16; Distinctas pelo seu talento 3; Ficaram existindo 66. Cuba 4 de novembro de 1867. A professora de ensino primario, D. Cecilia Gertrudes Pires Ladrado.

Proclamas

Geral

No domingo proclamaram-se nas freguezias da cidade: José Maria, com Maria Clara, solteiros. Manoel Joaquim Engana, com Custodia do Sacramento, solteiros. Francisco Antonio, com Constança Julia, solteiros. Francisco Antonio, com Maria das Dores, solteiros.

Noticias de barrancos

Economia e comércioEducacção e instruçãoExércitoMeteorologia e fenómenos naturaisMunicípio e administracção localPolítica e administracção do EstadoAgriculturaDecretos e portariasGoverno civilInstrução públicaMovimentos de tropasNeve
Barrancos · Portugal Correspondência · Governo Civil

Eis o que nos diz com data de 20 de novembro o nosso correspondente: Baldio—Um officio do governo civil d’este districto com data de 12 do corrente veio manifestar claramente a portaria de 28 de outubro proximo passado ao administrador d’este concelho. Eis aqui o resumo do officio: «Recommendo a v. s.ª que continuando a observar as instrucções que lhe dei e que mereceram a approvação do mesmo augusto senhor, mantenha a tranquillidade publica, e procure convencer os povos d’esse concelho de que os baldios lhes serão aforados ou vendidos mesmo em pequenas parcelas e com pagamento a prazo, no caso de venda nos termos facultados na lei da administração civil...........» Vendido o baldio do campo de Gamos sómente a este povo e a longos prazos, fica ao alcance de todos o poderem comprar ou aforar como melhor lhes convier, e sempre para o futuro ficando-o propriedade sua. Por agora vão disfructando-o; e quando chegar a execução da lei, todos serão contemplados com uma parte, sendo-lhes passados os competentes titulos para sua segurança, com as clausulas da referida lei. Destacamento.—Nos principios do corrente mez sahiu desta villa uma força de cavallaria, commandada por um inferior, hoje sahia uma de infantaria commandada pelo sr. capitão Neves ficando aqui 25 bayonetas, um sargento, um tambor e um subalterno o sr. tenente Faria. O sr. Mendonça.—Soube de pessoa competente que o sr. João Pedro de Mendonça, «e para o fim de desempenhar proximo futuro, pedir ao governador civil deste districto, afim de que dê por concluida a sua commissão neste concelho...»

Torneira contadora

Arqueologia e patrimónioDescobertas e achados
Algarve · Portugal

O sr. Barreto um dos mais intelligentes agricultores do Algarve vae apresentar ao ministerio das obras publicas uma torneira contadora. É esta uma descoberta importante, que trazendo grandes commodidades para os estabelecimentos publicos e particulares, enche de gloria o seu auctor, e faz orgulho ao paiz por contar entre seus filhos um cidadão tão prestante.

Condecorados

ExércitoMunicípio e administracção localReligiãoTransportes e comunicaçõesCaminho de ferroCondecoracçõesEstacções

Entre os differentes condecorados que trouxe a ordem do exercito n.º 38, figuram, com a medalha de prata, pelos seus bons serviços e comportamento exemplar o sr. Padre Francisco Peres da Camara e com a de cobre, pelo seu comportamento exemplar, o sr. Antonio Maria da Costa, este 2.º sargento, n.º 115 da 2.ª companhia e aquelle tenente coronel do regimento 17 de infanteria, aqui estacionado.

Londres, 20

ExércitoMovimentos de tropas
Londres · Reino Unido Exterior / internacional

Tem-se tomado precauções militares por causa da execução dos fenians em Manchester. Consta que o «Douro» chegou a S. Thomas.

Berlim, 20

Berlim · Alemanha Correspondência · Exterior / internacional · Geral

A «Correspondencia provincial», folha semi-official, considera o discurso de Napoleão como uma boa garantia de paz.

Londres, 23

Justiça e ordem públicaBebedeiras e desordens
Londres · Reino Unido Exterior / internacional

Os fenians Allen, Larkin e Gould foram enforcados ás oito horas da manhã, sem que occorresse nenhuma desordem. Tinham sido tomadas grandes precauções. Continuam preparativos para a execução de mais fenians. Em Manchester ha grande agitação, mas a tranquillidade publica não tem sido alterada.

Nova-York, 13

Geral

É esperada uma revolução.

Paris, 22

Cultura e espectáculoConferências
Paris · França Exterior / internacional

As negociações para a conferencia estão em bom caminho; muitas potencias aceitam-n-a em principio.

Florença, 25

Florença · Itália Exterior / internacional · Geral

Tendo adoecido Garibaldi por causa do clima, ordenou o governo que fosse levado para Caprera sem demora.

Londres, 25

Londres · Roma · Itália · Reino Unido Exterior / internacional · Geral

Lord Stanley respondendo a uma interpellação declarou-se satisfeito com as expedições de Antonelli relativamente á visita domiciliaria feita em casa de Odo Russell, em Roma.

Londres, 20

Cultura e espectáculoConferências
Londres · Roma · Itália · Reino Unido Exterior / internacional

Lords Russell e Gladstone lamentam e censuram a expedição de Roma. Lor Stanley, ministro dos negocios estrangeiros, diz que nenhuma vantagem sahirá da conferencia, salvo se as partes interessadas aceitarem antecipadamente os resultados. Lord Derby acrescentou que a conferencia annunciaria sómente novos embaraços. Depois d’estes discursos foi approvada a resposta ao discurso da corôa.

Paris, 20

Paris · França Exterior / internacional · Geral

As folhas allemãs e italianas mostram-se geralmente satisfeitas com o discurso de Napoleão.

Geral

O «Estandarte» diz que é falso que a Servia mandasse um ultimatum á Turquia.